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E "prontos"!

Fiz birra e também criei um blog.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Não entendo

Não consigo entender como é se pode amar um homem tão intensamente e, passados 8 anos em que se continua a amar assim, se acorda um dia ao lado desse homem e se diz: não te amo! Deitei-me a amar-te e acordei sem te ter amor algum.
Como é que isto acontece? Assim de um momento para o outro? Foi como se tivesse desligado um interruptor que tivesse estado ininterruptamente ligado durante 8 anos.

sábado, 19 de junho de 2010

Morreste!!!

Não não vou chorar Saramago, eu nem te conhecia.
Vou chorar pela tua obra pelos livros que não vais voltar a escrever.
Não sei se foste uma boa ou má pessoa, sei que gostei de te ler, e vou voltar a reler como faço  sempre que gosto de um livro.
Sou agnóstica, portanto neste momento, não és para mim mais do que um cadáver, um corpo morto que não reage a nada.
Mas como sabes a tua obra ficou  e, em cada livro ficou um pouco de ti, e, caso estaja enganada e depois da morte exista alguma coisa, boa viagem

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Mundial

Em geral, apesar de ser benfiquista, não ligo pêvas ao futebol, mas quando se trata do mundial, transformo-me numa verdadeira aficionada, desde que a nossa selecção lá esteja claro.
Fico uma verdadeira "Zé do Bairro" bebo umas cervejas, insulto os jogadores da equipe adversária assim como os nossos se jogam mal. Fico com uma linguagem imprópria para menores, enfim uma transfiguração total.
Só não me peçam para tocar vuvuzela, porque aqueles urros de vaca irritam-me profundamente.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

E as voltas da vida

E a vida gira, gira e volta a girar e num instante estamos num outro ponto de partida.
E voltamos ao ponto de partida, um novo ponto de partida...
E vamos recomeçar a viver uma nova vida.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Não te sinto...

Antes, assim que se aproxima a hora de estar contigo, já te sentia na minha pele. Já antecipava o teu toque.
Quando me deitava antes de ti sentia a cama vazia, enorme, e eu sentia-me perdida até que, finalmente, te deitavas e me abraçavas.
Sentia o teu olhar preso em mim, e quando não me olhavas e eu te olhava sem saberes, sentia o que te ia pela alma: como estavas triste ou alegre, vitorioso ou decepcionado.
Quando me abraçavas sentia-te como fazendo parte de mim.
Agora não te sinto...
Quando me tocas já não sinto nada, é como se tivesse passado por um desconhecido na rua e as nossas mãos por acidente se tivessem tocado.
Evito o toque, porque não sinto nada quando me tocas, olho para ti e só vejo o teu corpo, como se de outro qualquer se tratasse.
Não te sinto!!!!
Estares ou não estares é-me indiferente, e quando vens tentar compor as coisas, pedir-me perdão e outra oportunidade, não te ouço. Ausento-me de mim mesma para não te ouvir.
Por isso meu "ex grande amor" não vamos insistir, deixa-me partir, não te agarres a mim porque eu já não te sinto.